quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Portal da Educação Física - Entidade abaixa IMC necessário para cirurgia bariátrica em pacientes diabéticos
Portal da Educação Física - Entidade abaixa IMC necessário para cirurgia bariátrica em pacientes diabéticos
01/04/2011 - Saúde - 420 visitasEntidade abaixa IMC necessário para cirurgia bariátrica em pacientes diabéticosAnúncio ocorreu durante o congresso sobre a Diabetes Tipo 2, em Nova York.
Pacientes com IMC entre 30 e 35 podem se tornar candidatos para a operação. Veja.comA Federação Internacional de Diabetes divulgou nesta segunda-feira a redução do Índice de Massa Corporal (IMC) necessário para a cirurgia bariátrica para pacientes com diabetes. O anúncio ocorreu durante o II Congresso de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, em Nova York
De acordo com a entidade, pacientes com IMC entre 30 e 35 podem se tornar candidatos para a operação desde que não respondam ao tratamento medicamentoso para o diabetes tipo 2. Atualmente, pacientes nestas condições só podem se submeter à cirurgia se tiverem IMC acima de 35. Para pessoas sem problemas de saúde, a cirurgia é recomendada para quem está com o IMC acima de 40.
O documento é assinado por vinte especialistas em diabetes e em cirurgia bariátrica. O texto salienta que pacientes obesos com diabetes tipo 2 conseguem ter melhoras substanciais nos níveis da glicose — e em outras doenças relacionadas — quando fazem a cirurgia. Daí a necessidade de antecipar o procedimento para pacientes com IMC entre 30 e 35 e incluir a operação no protocolo primário do tratamento de pacientes com IMC acima de 35: isso significa que a intervenção passaria a ser uma das primeiras opções dos médicos.
Segundo Ricardo Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM), o IMC não é um fator fundamental para a operação nos casos de paciente com diabetes tipo 2, mas sim a gravidade de doenças comos hipertensão e apneia do sono, que caminham junto com a obesidade. “No Brasil, aproximadamente metade dos pacientes diabéticos não tem a doença sob controle. Isso se deve ao difícil acesso a um médico e também porque muitos não respondem bem ao tratamento”, diz Cohen.
No documento, a Federação Internacional de Diabetes defende ainda que a cirurgia para obesos mórbidos e com o diabetes tipo 2 deve ser realizada dentro dos protocolos internacionais. Isso inclui tratamento multidisciplinar, exames clínicos, reeducação alimentar e acompanhamento pós-operatório. De acordo com Paul Zimmet, diretor emérito do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, da Austrália, e um dos autores do documento, a cirurgia bariátrica é um procedimento eficiente para os pacientes que se enquadram no perfil defendido pela Federação Internacional de Diabetes.
Segundo dados da SBCBM, cerca de 10% dos pacientes diabéticos morrem, todos os anos, por doenças cardiovasculares. Esse índice cai para 0,3% entre aqueles que passam pela operação no estômago. “Um paciente com sobrepeso de 20 quilos, que toma insulina, tem apneia e é hipertenso corre muito mais riscos do que aquele com IMC entre 30 e 35 que se submete à cirurgia bariátrica”, defende Cohen
01/04/2011 - Saúde - 420 visitasEntidade abaixa IMC necessário para cirurgia bariátrica em pacientes diabéticosAnúncio ocorreu durante o congresso sobre a Diabetes Tipo 2, em Nova York.
Pacientes com IMC entre 30 e 35 podem se tornar candidatos para a operação. Veja.comA Federação Internacional de Diabetes divulgou nesta segunda-feira a redução do Índice de Massa Corporal (IMC) necessário para a cirurgia bariátrica para pacientes com diabetes. O anúncio ocorreu durante o II Congresso de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, em Nova York
De acordo com a entidade, pacientes com IMC entre 30 e 35 podem se tornar candidatos para a operação desde que não respondam ao tratamento medicamentoso para o diabetes tipo 2. Atualmente, pacientes nestas condições só podem se submeter à cirurgia se tiverem IMC acima de 35. Para pessoas sem problemas de saúde, a cirurgia é recomendada para quem está com o IMC acima de 40.
O documento é assinado por vinte especialistas em diabetes e em cirurgia bariátrica. O texto salienta que pacientes obesos com diabetes tipo 2 conseguem ter melhoras substanciais nos níveis da glicose — e em outras doenças relacionadas — quando fazem a cirurgia. Daí a necessidade de antecipar o procedimento para pacientes com IMC entre 30 e 35 e incluir a operação no protocolo primário do tratamento de pacientes com IMC acima de 35: isso significa que a intervenção passaria a ser uma das primeiras opções dos médicos.
Segundo Ricardo Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM), o IMC não é um fator fundamental para a operação nos casos de paciente com diabetes tipo 2, mas sim a gravidade de doenças comos hipertensão e apneia do sono, que caminham junto com a obesidade. “No Brasil, aproximadamente metade dos pacientes diabéticos não tem a doença sob controle. Isso se deve ao difícil acesso a um médico e também porque muitos não respondem bem ao tratamento”, diz Cohen.
No documento, a Federação Internacional de Diabetes defende ainda que a cirurgia para obesos mórbidos e com o diabetes tipo 2 deve ser realizada dentro dos protocolos internacionais. Isso inclui tratamento multidisciplinar, exames clínicos, reeducação alimentar e acompanhamento pós-operatório. De acordo com Paul Zimmet, diretor emérito do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, da Austrália, e um dos autores do documento, a cirurgia bariátrica é um procedimento eficiente para os pacientes que se enquadram no perfil defendido pela Federação Internacional de Diabetes.
Segundo dados da SBCBM, cerca de 10% dos pacientes diabéticos morrem, todos os anos, por doenças cardiovasculares. Esse índice cai para 0,3% entre aqueles que passam pela operação no estômago. “Um paciente com sobrepeso de 20 quilos, que toma insulina, tem apneia e é hipertenso corre muito mais riscos do que aquele com IMC entre 30 e 35 que se submete à cirurgia bariátrica”, defende Cohen
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Coração saudável está nos genes ou no estilo de vida?
Coração saudável está nos genes ou no estilo de vida?
A saúde cardiovascular a partir da meia-idade é uma herança dos seus genes ou é algo que dependa do seu estilo de vida, estando portanto dentro do seu controle?
Dois grandes estudos, realizados na Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, confirmaram que um estilo de vida saudável tem impacto muito maior sobre a saúde cardiovascular do que a herança genética.
O outro estudo testou diretamente a questão genética, e também mostrou que a saúde cardiovascular é devida principalmente ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis, e não à hereditariedade.
Os dois trabalhos foram apresentados na semana passada durante a reunião anual da Associação Americana do Coração, em Chicago.
Como manter o coração saudável
O primeiro estudo revela que a maioria das pessoas que adotaram comportamentos de vida saudáveis no início da vida adulta mantiveram um baixo risco cardiovascular na meia-idade.
Os cinco comportamentos saudáveis mais importantes são:
1 - Não fumar;
2 - Pouca ou nenhuma ingestão de álcool;
3 - Controle do peso;
4 - Atividades físicas;
5 - Dieta saudável.
"Os comportamentos saudáveis podem superar a maior parte da sua genética," disse o Dr. Donald Lloyd-Jones, um dos autores dos estudos. "Esta pesquisa mostra que as pessoas têm controle sobre sua saúde cardíaca. Quanto mais cedo eles começarem a fazer escolhas saudáveis, maior probabilidade terão de manter um perfil de baixo risco para doenças cardíacas."
Comportamento de alto risco
O primeiro estudo investigou por que muitos adultos jovens, que apresentam um perfil de baixo risco para doenças cardíacas, saltam para a categoria de alto risco na meia-idade, apresentando pressão arterial elevada, colesterol alto e excesso de peso.
Essa piora no estado de saúde é resultado de mudanças no estilo de vida, conclui o estudo.
Mais da metade dos jovens que seguiram os cinco fatores de estilo de vida saudável ao longo de 20 anos foram capazes de manter seu perfil de baixo risco para a doença cardíaca na meia-idade.
Há grandes benefícios em chegar à meia-idade com um perfil de baixo risco para doença cardíaca. Essas pessoas vão viver muito mais tempo, terão uma melhor qualidade de vida e gastarão menos com saúde.
Um perfil de baixo risco significa ter colesterol baixo, pressão arterial normal, não fumar, não ter diabetes, fazer atividades físicas regulares, ter uma dieta saudável e não ter excesso de peso.
Saúde cardiovascular
O segundo estudo monitorou três gerações de famílias para determinar se a saúde cardiovascular é herdada ou não.
A "herdabilidade", conforme foi definida no estudo, inclui não apenas uma combinação de fatores genéticos, mas também os efeitos de um ambiente compartilhado, como os tipos de alimentos que são servidos em uma família.
O estudo descobriu que apenas uma pequena proporção da saúde cardiovascular é passada de pai para filho. A maior parte da saúde cardiovascular é devida ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis assumidos por cada membro da família.
"O que você faz e como você vive vai ter um impacto maior sobre sua saúde cardiovascular do que seus genes ou como você foi criado," explica Norrina Allen, principal autora do estudo.
A saúde cardiovascular a partir da meia-idade é uma herança dos seus genes ou é algo que dependa do seu estilo de vida, estando portanto dentro do seu controle?
Dois grandes estudos, realizados na Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, confirmaram que um estilo de vida saudável tem impacto muito maior sobre a saúde cardiovascular do que a herança genética.
O outro estudo testou diretamente a questão genética, e também mostrou que a saúde cardiovascular é devida principalmente ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis, e não à hereditariedade.
Os dois trabalhos foram apresentados na semana passada durante a reunião anual da Associação Americana do Coração, em Chicago.
Como manter o coração saudável
O primeiro estudo revela que a maioria das pessoas que adotaram comportamentos de vida saudáveis no início da vida adulta mantiveram um baixo risco cardiovascular na meia-idade.
Os cinco comportamentos saudáveis mais importantes são:
1 - Não fumar;
2 - Pouca ou nenhuma ingestão de álcool;
3 - Controle do peso;
4 - Atividades físicas;
5 - Dieta saudável.
"Os comportamentos saudáveis podem superar a maior parte da sua genética," disse o Dr. Donald Lloyd-Jones, um dos autores dos estudos. "Esta pesquisa mostra que as pessoas têm controle sobre sua saúde cardíaca. Quanto mais cedo eles começarem a fazer escolhas saudáveis, maior probabilidade terão de manter um perfil de baixo risco para doenças cardíacas."
Comportamento de alto risco
O primeiro estudo investigou por que muitos adultos jovens, que apresentam um perfil de baixo risco para doenças cardíacas, saltam para a categoria de alto risco na meia-idade, apresentando pressão arterial elevada, colesterol alto e excesso de peso.
Essa piora no estado de saúde é resultado de mudanças no estilo de vida, conclui o estudo.
Mais da metade dos jovens que seguiram os cinco fatores de estilo de vida saudável ao longo de 20 anos foram capazes de manter seu perfil de baixo risco para a doença cardíaca na meia-idade.
Há grandes benefícios em chegar à meia-idade com um perfil de baixo risco para doença cardíaca. Essas pessoas vão viver muito mais tempo, terão uma melhor qualidade de vida e gastarão menos com saúde.
Um perfil de baixo risco significa ter colesterol baixo, pressão arterial normal, não fumar, não ter diabetes, fazer atividades físicas regulares, ter uma dieta saudável e não ter excesso de peso.
Saúde cardiovascular
O segundo estudo monitorou três gerações de famílias para determinar se a saúde cardiovascular é herdada ou não.
A "herdabilidade", conforme foi definida no estudo, inclui não apenas uma combinação de fatores genéticos, mas também os efeitos de um ambiente compartilhado, como os tipos de alimentos que são servidos em uma família.
O estudo descobriu que apenas uma pequena proporção da saúde cardiovascular é passada de pai para filho. A maior parte da saúde cardiovascular é devida ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis assumidos por cada membro da família.
"O que você faz e como você vive vai ter um impacto maior sobre sua saúde cardiovascular do que seus genes ou como você foi criado," explica Norrina Allen, principal autora do estudo.
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